Notícia Publicado em 27 de junho de 2016
Após carregar Tocha Olímpica, DeMolay relata experiência
O jovem Cleyton Almeida da Silva não imaginava que a relação com voluntariado e o esporte renderia uma das maiores emoções da vida. Foi em Cuiabá (MT), no último dia 23, que o estudante de Ciências Contábeis viveu “os…

O jovem Cleyton Almeida da Silva não imaginava que a relação com voluntariado e o esporte renderia uma das maiores emoções da vida. Foi em Cuiabá (MT), no último dia 23, que o estudante de Ciências Contábeis viveu “os 200 metros mais longos da vida”. Ele foi um dos condutores da Tocha Olímpica durante a passagem da chama pelo Mato Grosso e ficou “emocionado, como se tivesse conquistado uma medalha ou um troféu é algo imaginável”.
“A história que foi enviada para o comitê olímpico foi sobre a inspiração ao voluntariado. Desde muito novo atuo com práticas nesse sentido, servindo de inspiração para amigos”, relata Cleyton, que iniciou na Ordem DeMolay aos 16 anos e, desde outubro de 2015, faz parte do corpo de voluntários da Defesa Civil da cidade de Tangará da Serra. “Esse é um grande acontecimento na minha vida, um sonho se tornando realidade para mim”, revela o jovem, que também pratica futebol americano.
“É uma sensação indescritível, poder representar minha cidade, os movimentos que participo, durante este momento. Quando recebi a noticia, achei que era brincadeira, não acreditei na hora, demorou muito para a ficha cair, é uma emoção muito grande, pois somente 12 mil pessoas vão conduzir e você ser um deles, coração a mil”, completa.
A Tocha Olímpica segue cruzando o Brasil e outros DeMolays também conduziram a chama, a exemplo do Sênior Édiron Gomide, no Espírito Santo. O símbolo dos Jogos Olímpicos acende a pira no próximo dia 4 de agosto, no Rio de Janeiro.
